{"id":3174,"date":"2026-03-04T05:18:02","date_gmt":"2026-03-04T13:18:02","guid":{"rendered":"https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/?p=3174"},"modified":"2026-03-04T05:29:47","modified_gmt":"2026-03-04T13:29:47","slug":"museu-vivo-do-sao-bento-promove-roda-de-conversa-sobre-o-protagonismo-feminino-na-baixada-fluminense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/museu-vivo-do-sao-bento-promove-roda-de-conversa-sobre-o-protagonismo-feminino-na-baixada-fluminense\/","title":{"rendered":"Museu Vivo do S\u00e3o Bento promove roda de conversa sobre o protagonismo feminino na Baixada Fluminense"},"content":{"rendered":"\n<p>No dia 19 de mar\u00e7o, \u00e0s 14h, o Museu Vivo do S\u00e3o Bento (MVSB), em Duque de Caxias, vai promover a Roda de Conversa &#8220;Ancestralidade, Acessibilidade e Produ\u00e7\u00e3o Cultural: Protagonismo Feminino na Baixada Fluminense&#8221;. A atividade vai ocorrer na Sede Administrativa do MVSB e vai contar com emiss\u00e3o de certificado de participa\u00e7\u00e3o (horas complementares). \u00c9 necess\u00e1rio sinalizar que deseja o documento no ato da inscri\u00e7\u00e3o via formul\u00e1rio disponibilizado logo abaixo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"819\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/roda-de-conversa-mulheres-1-819x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3175\" srcset=\"https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/roda-de-conversa-mulheres-1-819x1024.png 819w, https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/roda-de-conversa-mulheres-1-240x300.png 240w, https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/roda-de-conversa-mulheres-1-768x960.png 768w, https:\/\/smct.duquedecaxias.rj.gov.br\/noticias\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/roda-de-conversa-mulheres-1.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 819px) 100vw, 819px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">CONFIRA AS PARTICIPANTES<\/h2>\n\n\n\n<p>L\u00edvia Fialho: Produtora cultural com mais de 15 anos de atua\u00e7\u00e3o em projetos socioculturais na Baixada Fluminense e Regi\u00e3o Serrana do Rio de Janeiro. Fundadora do Coletivo Cultural Yab\u00e1s, onde desenvolve a\u00e7\u00f5es formativas e art\u00edsticas com foco em dan\u00e7a, capoeira, audiovisual e literatura, voltadas para o fortalecimento do sagrado feminino. Assina a produ\u00e7\u00e3o de iniciativas premiadas pelas Leis Aldir Blanc e Paulo Gustavo, com \u00eanfase em narrativas perif\u00e9ricas, protagonismo feminino e inf\u00e2ncia. Atua como articuladora territorial em Mag\u00e9, Petr\u00f3polis e Duque de Caxias, integrando redes de cultura, escolas p\u00fablicas e coletivos populares. Produziu a\u00e7\u00f5es como a 1\u00aa Ocupa\u00e7\u00e3o Cultural de Mag\u00e9 e o projeto audiovisual \u201cEu sou porque n\u00f3s somos\u201d, premiado em n\u00edvel estadual. Coordena ainda portf\u00f3lios e propostas culturais para mestres da cultura popular e juventudes urbanas, sempre valorizando identidades negras e saberes tradicionais. Tem como marca a escuta sens\u00edvel, a coer\u00eancia t\u00e9cnica e a constru\u00e7\u00e3o de processos criativos potentes e transformadores. Atua como&nbsp;coordenadora de projetos da Funda\u00e7\u00e3o de Cultura e Turismo de Mag\u00e9.&nbsp;Graduanda em marketing pela Unifatecie<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e3e Gilda: Gilda Correia Vieira nasceu em Ubatuba, Bahia, no ano de 1956. Foi iniciada na Na\u00e7\u00e3o Angola, na Casa do Bate Folha (BA), aos 6 anos e 11 meses de idade, em 23 de agosto de 1962. Aos 13 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 2 de junho de 1990, recebeu o balaio de Ax\u00e9 na casa de Aumir\u00ea, neta de Ominderewa, em Santa Cruz da Serra. Tamb\u00e9m \u00e9 iniciada no If\u00e1 do Babalawo If\u00e1 T\u00f3biloba Oje Tolu Egbe Lol\u00e1 Esu Wale, agora tamb\u00e9m conhecida como Yf\u00e1 Lalo\u00ea. Em 25 de mar\u00e7o de 1990, inaugurou o Il\u00ea Ash\u00e9 Od\u00e9 Oran Caruanan, onde atua at\u00e9 hoje como Yalorish\u00e1 de Od\u00e9, preservando e difundindo os fundamentos da Na\u00e7\u00e3o Angola e fortalecendo a ancestralidade no territ\u00f3rio. No ano de 2023, foi agraciada com o t\u00edtulo de Honoris Causa, em reconhecimento \u00e0 sua trajet\u00f3ria religiosa, \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria ancestral e ao seu relevante trabalho comunit\u00e1rio nas periferias de Duque de Caxias. \u00c9 tamb\u00e9m co-idealizadora da Orkestra Popular Barrac\u00e3o, que iniciou seus estudos e atividades no ch\u00e3o de sua pr\u00f3pria casa, consolidando-se posteriormente em uma circula\u00e7\u00e3o de apresenta\u00e7\u00f5es e ocupa\u00e7\u00f5es art\u00edsticas em diversos espa\u00e7os p\u00fablicos e privados do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Lari Ferreira:&nbsp; Negra com defici\u00eancia f\u00edsica, artista das artes integradas e consultora em acessibilidade cultural. Cria de Imbari\u00ea na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro; comunicadora social e jornalista, pela Faculdade de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS\/UERJ). \u00c9&nbsp;artista-expositora na&nbsp;4\u00aa Edi\u00e7\u00e3o do Frestas &#8211; Trienal de Artes, realizada no Sesc Sorocaba.&nbsp;Foi artista-residente na Resid\u00eancia Incluir, da edi\u00e7\u00e3o de 2025, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). Atuou como educadora no Educativo da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV Parque Lage), e coordenadora de Acessibilidade Cultural na Quaf\u00e1 Produ\u00e7\u00f5es, em 2024. \u00c9 diretora de produ\u00e7\u00e3o formada em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o Cultural, com \u00eanfase em Cultura de Periferia, pelo Observat\u00f3rio de Favelas e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro\/Unirio e em T\u00e9cnicas C\u00eanicas pela Divis\u00e3o de Teatro da UERJ.<\/p>\n\n\n\n<p>Deise Guilhermina:&nbsp;Doutora e mestre em Educa\u00e7\u00e3o formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), linha de pesquisa &#8220;Negro e Educa\u00e7\u00e3o&#8221;. Graduada em Hist\u00f3ria e especialista em Hist\u00f3ria do Brasil. Historiadora do Museu Vivo do S\u00e3o Bento na cidade de Duque de Caxias e da Rede Municipal de Educa\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro. Pesquisadora do Programa de Educa\u00e7\u00e3o sobre o Negro na Sociedade Brasileira, do grupo de pesquisa Ecologias do Narrar e do projeto de extens\u00e3o Reinven\u00e7\u00e3o do Ler, do Escutar, do escrever e do Falar com Voc\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">SERVI\u00c7O<\/h2>\n\n\n\n<p>\ud83d\udccd Museu Vivo do S\u00e3o Bento &#8211; R. Benjamin da Rocha J\u00fanior, s\/n &#8211; S\u00e3o Bento, Duque de Caxias &#8211; RJ, 25045-010<br>\ud83d\udcc5 19 de fevereiro (quinta-feira)<br>\ud83d\udd52 14 h<br>\ud83d\udd17 Inscri\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSc_-PepOlo8bTz1rIjYCUgkIpZ0RP4inpd6vrSpgomn1zguUg\/viewform?usp=publish-editor\"><strong>neste link<\/strong><\/a>. Evento gratuito<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 19 de mar\u00e7o, \u00e0s 14h, o Museu Vivo do S\u00e3o Bento (MVSB), em Duque de Caxias, vai promover a Roda de Conversa &#8220;Ancestralidade, Acessibilidade e Produ\u00e7\u00e3o Cultural: Protagonismo Feminino na Baixada Fluminense&#8221;. 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